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Lembrando que o primeiro areópago dos tempos
modernos é o mundo das comunicações e mais especificamente é a televisão e a
internet. Às vezes, programas são elaborados de forma que parecem mais uma
apologia da delinquência do que a repulsa a ela. Há novelas e programas que
tratam sem o devido respeito itens como: religião, fé, casamento, fidelidade
conjugal, amor, honestidade, aborto, pobreza, eutanásia e o sexo etc. Este
último é banalizado e vulgarizado em alto grau. Acreditamos que relativamente
poucos programas têm um conteúdo sério e coerente a serviço da educação, da
cultura e do lazer. Não se pode tolerar a ostentação de licenciosidade ou
libertinagem em novelas e programas de TV, nem cenas de violência ou sadismo,
especialmente quando vão ao ar em horários acessíveis a crianças e
adolescentes.
Obviamente ninguém quer de volta a censura, mas
propugnamos para que as redes cessionárias de canais de TV obedecem às normas
expressas na Constituição, especificamente no Art. 221, que diz que “A produção
e a programação de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios” (Inciso
l): “preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e
informativos”, e (inciso lV): “respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e
da família”. Não há dúvida que os programas da TV alcançam tamanha importância
que são para muitos o principal instrumento de informação e formação, de guia e
inspiração dos comportamentos individuais. Os interesses econômicos, políticos,
artísticos e de audiência nunca podem ser colocados acima da lei moral ou do bem
comum. Nós, os receptores dos programas de TV, devemos cultivar um discernimento
bem mais crítico perante o que a TV nos apresenta.
Pe. Brendan Coleman Mc Donald, Redentorista
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